quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Eu ainda quero saber onde está a minha vaga

 Oi!

Continuo a estudar esse meu queridamente maluco Brasil.

... voltando a Igreja Católica Apostólica Romana (I. C. A. Romana)...

Os livros de História de Ensino Fundamental e Médio mostram que o objetivo dos Jesuítas, que aqui viveram até a expulsão por Marques de Pombal, seria ‘civilizar e educar’ os povos indígenas. Deixa uma sorrateira impressão de que eles seriam “bonzinhos”.

Mas isso nunca fazia sentido quando se comparava com os outros países da América Latina em que a escravidão indígena (negros da terra) foi mais usada que a escravidão negra (africana). E nesses outros locais a influência católica foi até mais intensa que aqui, e isso não mudou a realidade deles para melhor.

A não ser que as grandes missões jesuítas no Brasil não tivessem o objetivo único de evangelizar, mas sim para monopolizar outro tipo de mão de obra entregue e usada por eles.

Querendo cortar esses e outros privilégios da Igreja Católica Apostólica Romana (I. C. A. Romana), Marques de Pombal expulsão os jesuítas e seus feitos, como o uso intenso do Nheengatu na colônia.

E a I. C. A. Romana não deixou barato e, no curto reinado de D. Maria I, conseguiu derrubar Marques de Pombal.

Indo para a França de Maria Antonieta... para tirar a França do sufoco, o Rei Luís XVI removeu o privilégio do clero e aumentou a tolerância religiosa. E a I. C. A. Romana novamente não deixou barato e instigou a população e burgueses contra a monarquia francesa.

De 1822 – Independência do Brasil – até 1840 – sendo de 1831 a 1840 o período regencial – aconteceram inúmeras conspirações para implantação de uma república, todas ligadas a I. C. A. Romana. E raras aqueles que tinham algum objetivo humanitário como combater a escravidão, a maioria – de forte influência da I. C. A. Romana – passava bem longe disso.

A I. C. A. Romana nunca se opôs a servidão, a escravidão, ao Holocausto, Ditaduras de esquerda ou direita, ao racismo, ao preconceito, aos abusos sexuais..., porque ele sempre tem o objetivo de defender um outro privilegiado: Vaticano, um reinado não-hereditário e sem rainhas.

Trazendo para os tempos atuais, os colégios e escolas católicas são as que apresentam os melhores resultados no ENEM. E aí o sistema de cotas prejudica eles. Novamente, os privilégios são cortados.

E fiquei pensando, por que não deixar a monarquia em um país? Na monarquia se cria um afeto e respeito pela dinastia e sua hereditariedade, mas a república - pela curto tempo - facilita derrubar alguém que corta privilégios.

Resumindo: o Vaticano é vilão. E eu ainda quero saber onde está a minha vaga!

Argh! 🤔

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