sábado, 31 de agosto de 2019

13 bilhões?

Olá,

Por causa da política, sou obrigada a escutar muitas coisas. Às vezes, da direita... outras vezes, da esquerda...

Eu entendo que o papel do presidente (a) é representar e não atuar nos mínimos detalhes de uma aprovação de uma lei ou projeto. Mas estou uma pouco chocada como tudo tem sido tão mal feito. 

Ainda não sei se de forma intencional para derrubar aqueles representantes indesejados... ou se os responsáveis não foram tão competentes assim. 

Estive lendo sobre o Ciência Sem Fronteira... excelente projeto para estudo no exterior e que virou piada: "Turismo Sem Fronteira". 

Foram gastos 13 bilhões de reais com uma maioria que não precisava de ajuda financeira.

Agora, essa perrenga danada! 



Como estudantes catarinenses aproveitaram ou desperdiçaram bolsas do Ciência Sem Fronteiras

Integrantes das classes A e B, entre 20 e 24 anos e aspirantes a engenheiros: um perfil que predomina entre os alunos que participaram do programa de bolsas no exterior Ciência Sem Fronteiras (CSF) pela Universidade Federal de Santa Catarina nos últimos cinco anos. Os dados inéditos foram levantados pela mestranda em Sociologia Política da UFSC Karen Lucia Martinez. Em todo o Estado, o programa incluiu cerca de 3,8 mil estudantes – de graduação e pós. Parte soube aproveitar as oportunidades, ganhou até prêmios, mas alguns desperdiçaram a chance.
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A mudança dos planos divide opiniões de estudantes, professores e acadêmicos. Isso porque, embora seja uma oportunidade de investir na internacionalização das universidades brasileiras (fator que conta muito para melhorar posições nos rankings mundiais), estimular a pesquisa desde cedo e abrir portas de intercâmbio a estudantes, o programa é fruto de uma gestão bagunçada do governo federal e dentro das próprias universidades, tendo beneficiado estudantes de poucas áreas do conhecimento e com alto poder aquisitivo.
Nem mesmo os números de beneficiários informados pelas universidades e pelo governo coincidem. Nos corredores das universidades, é comum ouvir o apelido pejorativo: turismo sem fronteiras.
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Crítico do programa desde a implantação, o sociólogo, membro da Academia Brasileira de Ciências e ex-presidente do IBGE, Simon Schwartzman, é categórico ao afirmar que os recursos seriam mais úteis se investidos em pesquisas que trouxessem "resultados palpáveis".
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Tchau,

Carla

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