quarta-feira, 25 de julho de 2018

Particular ou pública?

Olá,

Eu sempre estranhei o fato de muitas pessoas das escolas privadas tradicionais exibirem, com muito orgulho, os nomes dos alunos aprovados em universidades públicas.

Algumas escolas privadas têm valores de mensalidade bem próximo a de um curso superior. Teoricamente eles deveriam ter orgulho de poderem continuar na particular.

Mas as coisas não funcionam assim. Praticamente todas as vagas em cursos técnicos e universidades públicas eram tomadas por alunos da rede particular... e que tinham pensamento político muito liberal. E, consequentemente, conseguiam aprovações em concursos públicos de melhores remunerações ou cargos de liderança por indicação.

Esses, a gente - eu e algumas poucas amigas - nem podíamos chegar perto. Eles mordiam ou olhavam de cima para baixo com muito desprezo. 

Não sei se seria melhor continuar pública e de pouco acesso ou particular e de pouco acesso. De qualquer forma, a minha grande muralha tem sido a prova. Eu só não entendo porque pessoas tão liberais entram em colégios técnicos ou universidades públicas!

Leia essa reportagem um trecho da reportagem com Eduardo Bolsonaro

Entre as pautas, Eduardo Bolsonaro, que é candidato à reeleição, considera que o número de empresas estatais precisa ser reduzido. "Hoje, são mais de 150 estatais, que só servem para barganha política", dispara. "Algumas podem ser mantidas, mas outras não há essa necessidade. E há ainda os casos em que parte dos serviços pode ser privatizado", avalia.

Um dos pontos defendidos para o estado mínimo é a privatização da educação básica e superior. "Entendemos que o Estado deve ser mínimo, garantindo a segurança do País, e a saúde. Na educação, é possível ser privada, e quem não reunir condições financeiras para pagar, receberia uma bolsa do governo, para escolher a escola ou universidade privada que entender ser melhor. O que a iniciativa privada faz apresenta resultados mais positivos, então defendemos esse modelo", completa.

Isso eu concordo com ele: "Hoje, são mais de 150 estatais, que só servem para barganha política"

Tchau,

Carla

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