sábado, 10 de dezembro de 2016

Brinco Flor do Cerrado - Amarjon

Olá,

Este ano eu fiz um curso de cultura indígena.

O curso foi legal, muito curto, mas agora tem curso disso. Os cursos são formas de auto conhecimento e de combate ao preconceito. Nós brasileiros ainda nos conhecemos muito pouco e somos muito preconceituosos.

Eu não lembro o nome dele e ele não falava muito bem o português. Uma das coisas mais chiques que vi no curso foi ele contando sobre o criação da língua escrita junto a etnia dele. Foram várias reuniões para a construção e aperfeiçoamento da língua (mormons norte americanos e padres também ajudaram). Acho sofisticado alguém participar disso. Nós só decoramos as regras e novas regras de português, chega tudo pronto e  mastigado. E ainda não sabemos muito. Parece que estou bem não é? Estava com febre! 
Não foi tão abrangente como gostaria, mas falou de muitas coisas inclusive da arte.

A arte na cultura nativa (indígena) é vista de forma prática. A arte não faz sentido só para ser observado. Tem que ser tocado e ser útil para o dia a dia. Tipo: a Monalisa só faria sentido como estampa de camisa ou imagem em uma caneca. Só admiração do quadro dela não faz tanto sentido. 

Quem se aproxima muito do objetivo deles é a Adriana Varejão. Ao lado em a obra dela em forma de banco (obra: Passarinhos, pintura sobre azulejo, pintura a mão por Beatriz Sauer).
Mesmo tendo antepassados nativos (indígenas), eu tenho muita da cultura européia por causa da colonização. A gente sabe que nem tudo são flores, diversas etnias alegam muito problema com alcoolismo, preconceito, invasão religiosa/cultural e doenças. Tem que aprender o lado positivo de cada povo e compartilhar. ;-)




Eu gosto muito de biojóias. Só não utilizo muito produtos com conchas do mar, porque conchas do mar são para ficar no mar.

Brinco Pataxó

É feito com pati (tipo de coqueiro) e osso (reciclagem de material da alimentação).



Brinco Flor do Cerrado - Amarjon

É a segunda vez que compro na Amarjon. Biojóias bonitas e que valorizam o Cerrado. Agora tenho um par de brinco dourado e um prata. Sobre o brinco dourado da Amarjon, clique e leia mais.


Tchau,

Carla

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Nativos (indígenas) pataxós se formam em medicina na UFMG. Clique e leia mais.


Artista francês projeta retrato de nativos (índios) suruís na paisagem amazônica. Clique e leia mais.