domingo, 15 de maio de 2016

Cada coisa no seu tempo

Oi,

No começo achei muito estranho algumas pessoas participarem de causas ambientais. Não que alguém tenha que se certificar em alguma coisa para participar, mas como tudo acontecia.

Nós humanos ainda somos muito rústicos. Não abandonamos velhos hábitos.


Hoje conseguimos perceber uma "causa ambiental" ou "inclusão social".

Durante um tempo alguns comerciais de cerveja foram veiculados com animais, principalmente marinhos. Depois foi proibido pela Conar. 

Os comerciais eram inofensivos. O problema era a ignorância do povo que começou a colocar tartaruga para afogar em cerveja, pois se sentia motivados com o comercial. Ou pessoas que destruíram um siri, porque ele não fazia aquele bunda lelê.




Estou fazendo um curso de cultura indígena. Uma vez me relataram que uma população de um local recebeu cerca de 50 enxadas para trabalhar, pois a sociedade considerava eles pedintes ou preguiçosos. 

O garimpo local contaminou a água do rio. A água do rio era usada na irrigação das plantações. Eles não tem acesso a água encanada, Copasa ou Cetesb. Qual será a utilidade das 50 enxadas?

Este tipo de mensagem é muito comum em redes como o Facebook.
O momento da nossa evolução nos permite ver artistas montando ONGs ambientais para mostrar algum ativismo.

Mas é uma passo. E cada um de uma vez.

Não sei o que ele falou, mas ele é o "cara" do meio ambiente agora.
Muitos alegam ser hipocrisia artistas incentivarem ao consumo e terem ONGs ambientais. Mas acho que é uma forma de equilibrar, de retornar algo, mesmo que seja paliativo. O Projeto Água Limpa tem um site bem arrumado.
Vejo muitas blogueiras reclamando de blogs muito famosos não fazerem alguma campanha Cruelty Free. Mas é o que a gente dá conta é o blog/vlog de maquiagem, maioria de moças loiras. Vamos alcançar as morenas, indígenas, negras e quem sabe no Cruelty Free.

Damos conta da Dior com maquiagens divinamente bonitas:


Alguns lugares estão mais avançados. Outros não. Cada um no seu tempo.

Acabar com a escravidão ainda não está na moda.

Ser cruelty free ainda não está na moda.

Aos poucos as tendências mudam. Florais e yoga ajudam muito.

Tchau,

Carla